
Num triz, projectamos, no que de melhor temos provavelmente, os de mais cenários, pertenços a um filme que desejamos não ver realizado. Desempenhamos e trocamos de papéis a todo o momento. Do nada, somos actores exemplares. Seguimos o guião das nossas entranhadas frustrações do não conseguido, ou do possível adquirido que ai possa vir, mas que é de certo non grato.
A imaginação é um termómetro fantástico de nós mesmos. É reflexo do que cá vai dentro. Tanto dá para ser o sonho que em nós potencia o que nem ousávamos sonhar, como dá para ser ser pesadelo mascarado de sonho que nos vai minoritando mesmo antes das visões e adivinhas poderem chegar a acontecer.