
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
stop

segunda-feira, 15 de junho de 2009

quarta-feira, 10 de junho de 2009

quinta-feira, 4 de junho de 2009
Um dia são dias

quarta-feira, 3 de junho de 2009
jovens de Deus

terça-feira, 2 de junho de 2009
o resgate

Depois, é assumir por nós o caminho. Deixamos de estar só porque está quem nos convidou e passamos a estar pelo fim para o qual fomos convidados. Acontece nos encontros de Deus. O humano instrumentalizado positivamente por Deus continua o caminho que já fazia. O convidado sente-se agradecido e, deixando, arrisca-se a ser resgatado para Deus.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
tem Graça

quinta-feira, 28 de maio de 2009
Conheço centenas de músicas religiosas. Também estas têm ciclos. Também têm top. Contudo, como acontece com a música em geral, nem semre as da moda são as que de facto nos dizem mais, lá no fundo. É claro que a que queremos ouvir é a recem chegada, aquela que cheira a fresco. Repesco uma música que para mim é um autêntico tratado. Isto se a sua letra for lida com minuciosidade. Rezada.

Não fiques na praia
Com o barco amarrado,
Com medo do mar.
Tudo aqui é miragem,
Mas na outra margem
Alguém está a esperar.
Como a onda que morre,
Sozinha na praia,
Não fiques brincando.
No mar confiante,
Ensina o teu canto
De ave voando.
Refrão
Voa bem mais alto,
Livre sem alforge
sem prata, nem ouro.
Amando este mundo,
Esta vida que é campo,
Que esconde o tesouro.
Ninguém te ensinou
Mas no fundo tu sentes
Asas para voar.
Nem que o céu se tolde,
E as nuvens impeçam.
Tu não vais parar.
Há gente vivendo
Tranquila e contente,
Como eu já vivi.
És águia diferente,
Céu azul cinzento
Foi feito p'ra ti.
Com o barco amarrado,
Com medo do mar.
Tudo aqui é miragem,
Mas na outra margem
Alguém está a esperar.
Como a onda que morre,
Sozinha na praia,
Não fiques brincando.
No mar confiante,
Ensina o teu canto
De ave voando.
Refrão
Voa bem mais alto,
Livre sem alforge
sem prata, nem ouro.
Amando este mundo,
Esta vida que é campo,
Que esconde o tesouro.
Ninguém te ensinou
Mas no fundo tu sentes
Asas para voar.
Nem que o céu se tolde,
E as nuvens impeçam.
Tu não vais parar.
Há gente vivendo
Tranquila e contente,
Como eu já vivi.
És águia diferente,
Céu azul cinzento
Foi feito p'ra ti.
Refrão
quarta-feira, 27 de maio de 2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

segunda-feira, 25 de maio de 2009

sábado, 23 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
A partilha

Não interessa transbordar se não for muito o escavado e daí a água vier. Ainda que vinda do fundo, se não transbordar não chega a ser o que É.
Quem não partilha Cristo não está verdadeiramente em Cristo.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
A oportunidade de uma vida. O Presente.
É genial a forma como Jesus clarifica a nossa condição de pecadores. Condição, não no sentido incondicional de que o pecado nos rege mas no sentido de ser parte constituinte das nossas permissas. Contextualiza-nos no espaço e no Ser. É genial pois leva-nos a atingir aquilo que a nossa magnífica inteligência não logra alcançar por ficar no cácere do irracionalmente lógico.
É a oportunidade de uma vida. Incrível como tudo pode mudar num encontro, num livro, num filme, num olhar, numa dúvida, num etc de experiências. A propósito do Presente... Presente é o tempo de Jesus. Não quero dizer que não seja também Passado e Futuro. Não seria Presente se o não fosse também.
A propósito disto ecoa-me no dentro a resposta que Jesus deu ao cobrador de impostos. A imagem que tenho deste encontro é-me colorizada por um dos filmes da vida de Jesus que passou nesta Páscoa.
Ainda que tenha sido o próprio Jesus a fazer o convite para que ele O seguisse e ainda que nele, a redenção do Senhor já operasse, o combrador de impostos não se sentiu digno de poder Ser com Ele. O fardo era pesado. Um passado avesso à santidade. Um futuro pressagiado pelo que se foi. O modo como os outros o olhavam lembravam-lhe o Homem Velho a todo o instante, de tal modo que quase se sentia a se-lo de novo.
Disse ele:
"Jesus não consigo continuar contigo. Olha como me olham. Sei o que fui. Não sou digno de Te seguir."
Jesus respondeu:
"Mateus, foste(!?), já não és. Agora és Homem Novo. Criatura nova. Sou Eu que te digo. Vem e segue-me!"
É a oportunidade de uma vida. É o Presente.
É a oportunidade de uma vida. Incrível como tudo pode mudar num encontro, num livro, num filme, num olhar, numa dúvida, num etc de experiências. A propósito do Presente... Presente é o tempo de Jesus. Não quero dizer que não seja também Passado e Futuro. Não seria Presente se o não fosse também.
A propósito disto ecoa-me no dentro a resposta que Jesus deu ao cobrador de impostos. A imagem que tenho deste encontro é-me colorizada por um dos filmes da vida de Jesus que passou nesta Páscoa.
Ainda que tenha sido o próprio Jesus a fazer o convite para que ele O seguisse e ainda que nele, a redenção do Senhor já operasse, o combrador de impostos não se sentiu digno de poder Ser com Ele. O fardo era pesado. Um passado avesso à santidade. Um futuro pressagiado pelo que se foi. O modo como os outros o olhavam lembravam-lhe o Homem Velho a todo o instante, de tal modo que quase se sentia a se-lo de novo.
Disse ele:
"Jesus não consigo continuar contigo. Olha como me olham. Sei o que fui. Não sou digno de Te seguir."
Jesus respondeu:
"Mateus, foste(!?), já não és. Agora és Homem Novo. Criatura nova. Sou Eu que te digo. Vem e segue-me!"
É a oportunidade de uma vida. É o Presente.
quarta-feira, 20 de maio de 2009

terça-feira, 19 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009

sábado, 16 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009

quinta-feira, 14 de maio de 2009
Há estudos sobre isto
Era perceber o mundo. O que se corre a mais dava para chegar já à ponta do universo. Corre-se à frente do saber sem se perceber o que se deixou para trás. Há estudos para tudo e se hoje não se disser que "há estudos sobre isto", o que estamos a dizer já não é tão credível. À partida, perceberia-se melhor a lógica das coisas, e ter-se-ia tirado já, proveito disso. Não me parece. Parece-me que os estudos (que não lemos! e apenas consumimos o que deles nos apresentam em flash) nos têm tirado um pouco a capacidade de atentarmos quer na nossa experiência pessoal, quer na experiência pessoal de outros. Não que os estudos não sejam credíveis, que o serão de certo, contudo a leitura da realidade a partir da experiência individual deixa de ter expressão. Como que, de que vale partilhar uma experiência que ainda por cima não coincida com o que é esperado ouvir, se não houver "estudos sobre isso"? Não me parece que as coisas só sejam válidas quando creditadas com a actual expressão que dignifica um discurso: "há estudos sobre isto".
quarta-feira, 13 de maio de 2009

terça-feira, 12 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009

domingo, 10 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
O peregrino

quinta-feira, 7 de maio de 2009

quarta-feira, 6 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009

segunda-feira, 4 de maio de 2009

domingo, 3 de maio de 2009

sábado, 2 de maio de 2009

sexta-feira, 1 de maio de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009

terça-feira, 28 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009
7:43
Estavamos todos para o mesmo. O relógio marcava 7:43. Engraçado como aceitamos a lógica dos dias. Levantar para produzir. Constituem-se filas de trânsito. Na aldeia de 3 carros, na vila de 30, na cidade de 3000. O biológico é-nos de todo comum. Todos temos sono. O espiritual nem por isso. Haverá hora especifica para que a inteligência possa começar a funcionar? Teremos que pedir licença ao biológico para podermos ser espiritual? É tão estranho para mim ver, às 7:43, uma pessoa a sair do carro para agredir outra compulsivamente (motivo: não ter feito pisca numa manobra à instantes) como será, possivelmente, para esta mesma pessoa ver outro a desculpar compulsivamente alguém por precisamente não ter feito pisca. Afinal nem todos estavamos para o mesmo. O relógio marcava 7:43. Engraçado como aceitamos a lógica dos dias. Levantar para produzir. Uns produzem perdão antes mesmo de terem sido ofendidos, outros produzem intolerância antes mesmo de terem sido tocados, de facto. Afinal, tudo isto pode acontecer no mesmo instante. 7:43
quarta-feira, 22 de abril de 2009

terça-feira, 21 de abril de 2009

segunda-feira, 20 de abril de 2009
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Quero perceber-Te. Encontrar-Te de novo a cada momento.
Dou conta que vivo e que a vida é o que eu quiser que ela seja. De tudo o que me é proposto só o Teu projecto me seduz. Só algo em Ti me parece ser um desafio, à séria. Aquele desafio que se sonha e projecta em pequeno. Contudo, aí sonha-se ao som de histórias de encantar e da pergunta: "o que é que queres ser quando fores grande?". Ahh afinal eu quando for grande vou ter que ser alguma coisa. Bem então, já que de momento não seria nada no futuro poderia ser o que quisesse. As ideias surgem e tocam o trascendente da utopia. Este pano de fundo não nos cabe hoje no entendimento. Cabe-nos apenas o que temos e somos e percebemos aqui e agora. Estás-me a trocar as voltas. Sempre pensei que se era alguém importante e realizado em tudo o que é normal aos outros. Tu não és normal nos outros. Ter-te e querer-Te é antes a-normal. Fazes-Te presente e crescente onde eu não Te sonhei. Só em Ti vejo algo que mereça a pena. É ir para além da minha lógica e do que me alcança a inteligência. Pedes-me todo em tudo. Não te contentas com pouco. Isto sim é alucinante. Quem disse que isto era para betinhos? Isto é para duros.
sábado, 18 de abril de 2009
Não serás de certo o que apenas consigo entender de Ti. Tento a cada dia perceber de onde me chamas. Projecto a vida e vejo sem rosto um futuro feliz contigo. Que serei amanhã? Apetece-me desistir do que é do mundo. Até de mim mesmo. É querer deixar que sejas apenas Tu em mim e nada de Eu na minha pessoa.
sexta-feira, 17 de abril de 2009

"Até pensavam que Tu estavas louco
Quando na cruz ganhaste vida por mim
E eu que farei,
por Ti que voltas darei
Para Te amar
Em sonhos grandes por Ti
(Até diziam…)
Até diziam que Tu estavas louco
Ninguém sabia que amar era assim
E eu que farei,
Toma o que tenho para dar
Toma o meu sim
Sonho o que sonhas para mim"
Para Te amar
Em sonhos grandes por Ti
(Até diziam…)
Até diziam que Tu estavas louco
Ninguém sabia que amar era assim
E eu que farei,
Toma o que tenho para dar
Toma o meu sim
Sonho o que sonhas para mim"
quinta-feira, 16 de abril de 2009
o barulho inveja o silêncio

O barulho já tentou descendência. Conseguiu. O barulho bébé, o avô barulho, e uma descendência incestuosa de irmãos sem identidade. Não se conhecem pelos nomes, não se conseguem ouvir. Não percebem linguagem gestual. O que são não lhes permite reconhecerem-se a si mesmos. Apenas se sabem de sangue quando o decibel o permite. O silêncio isola-se. Não se sente só nem aleija, antes percebe com pouco o que se entende por muito. (Pagaria sem dor um resgate ao silêncio.) Ninguém cobiça a sua forma, mas todos cobiçam os seus tesouros. Todos procuram acasalar com alguém da famíilia para assim herdarem a riqueza ,poucos percebem que o casamento é feito apenas com o silêncio e é daí que o que é puro descende. O silêncio não é invejoso dá espaço para se ser o que se é. O barulho tem falta de personalidade. Quer ser tudo ao mesmo tempo e nada é. No silêncio ordena-se uma vida. No barulho quase se sente. O silêncio retira o tapete e o embuste. O barulho consegue sempre o melhor embrulho. O silêncio retira o tapete para que se sinta o chão que precisa ver o sol. O barulho vem no embrulho e assim consegue ser de novo barulho ao desembrulhar. O silêncio compromete mas sustenta. O barulho
desresponsabiliza e é estéril em si mesmo, ocupa o vazio não deixando que sejemos nós a ocupa-lo. O silêncio veste-se de essencial. O barulho está sempre na moda, veste o que quer e o que não quer. O barulho não ouve o que o silêncio diz e pergunta-lhe constantemente:
- silêncio, como chegas onde eu não chego se sou eu mais do que tu?
O silêncio responde:
- O essencial é-se com pouco.
- silêncio, como chegas onde eu não chego se sou eu mais do que tu?
O silêncio responde:
- O essencial é-se com pouco.
quarta-feira, 15 de abril de 2009

Penso-me em mais um dia de Criação. Demora a perceber que a vida é para ser vivida em directo. Não em diferido. Até à bem pouco tempo (?) nasciamos com o selo “Cristão”. Hoje, já só é Cristão quem quer. Nem se quer está na moda. Contudo, pelo que me tem sido possivel observar, tem sido um privilégio, cruzar-me com tão grandes discipulos deste mesmo Jesus. Gente que joga na Sua equipa. Joga à frente e atrás. Não marca golos na própria baliza. O caminho é para a frente, honrando a camisola. Honrando-se a si, honra o que em nós se pode cumprir de maior. O humano divinizado.
Só sou, sem asas

Só sou sem asas…não voando vejo apenas o chão que piso. Chão sem estrada para percorrer. Dias virão em que, voando com Ele, subirei alto e verei todos os caminhos de Amor e Paz guardados para mim. Reza. Retira-te e reza. Penso. Entrego-me a Ti num todo que sou. Agradeço-te tudo o que me concedes e retiras. Sinto-me a caminhar, espero que na Tua direcção.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Não cessemos na alternativa de vida que temos acente num crescendo em qualidade que nos vai sendo dado por Deus em nós. O mundo é cada vez mais exigente, como nos apercebemos nós os que pensamos nele e na sua salvação. Aumentemos pois em nós a humildade e a disponibilidade ao serviço por Amor e coloquemo-nos onde ninguém quer estar por ser exigente o desafio.
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